Brasil Pensa em Bitcoin como Reserva Estratégica: O Debate Está Pegando Fogo
- cinecryptorural
- 4 de dez. de 2025
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Atualizado: 5 de dez. de 2025
O governo brasileiro está avaliando incluir o Bitcoin em suas reservas estratégicas nacionais. A proposta visa usar o ativo digital como proteção contra inflação, oscilações cambiais e para diversificar o portfólio de reservas, em um mundo onde as finanças tradicionais mostram sinais de fadiga.
Em recente reunião com exchanges de criptomoedas, Pedro Guerra, assessor do vice-presidente Geraldo Alckmin, deixou claro: não é uma decisão tomada, mas um convite ao diálogo sobre opções além do usual. Ele reconhece que o cenário global evolui rápido, e o Brasil precisa se posicionar.
Para os defensores, faz todo sentido. Com a inflação pressionando e moedas fiduciárias instáveis, o Bitcoin surge como "ouro digital" — um escudo para preservar o valor das reservas e blindar o país em crises econômicas.
Mas o caminho é longo. A ideia ainda está no estágio inicial, dependendo de regulação sólida, aprovação no Congresso e acordo político. E os riscos? Volatilidade é o nome do jogo no crypto, algo que ninguém ignora.

Se rolar, seria um marco: o Brasil redefinindo reservas internacionais e inspirando outros países a seguir. Por ora, o foco é no debate — com otimismo, cautelas e os olhos da comunidade cripto grudados em cada passo.
Paulinho Sacramento
Artista Digital, Analista gráfico, Cripto Trader, entusiasta de fintechs e automação inteligente, AI, criptoativos, tecnologia blockchain e CEO do Cine Crypto







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